A Evolução Musical Do Pré Histórico ao Contemporâneo

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Categoria: Músicas
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A música é uma das linguagens artísticas mais populares, se não a mais popular, na atualidade. Isso ocorre tanto pela facilidade de acesso, quanto pela enorme variedade de ritmos existentes, atingindo todo o tipo de público, cada qual com seus gostos mais peculiares.

A primeira percepção

Não se tem historicamente comprovada uma data específica para o “surgimento” da música. Estudiosos defendem que já na Pré História, havia vestígios desse tipo de expressão em algumas pinturas rupestres, que pareciam representar figuras humanas cantando e dançando e fragmentos semelhantes a instrumentos musicais. Acredita-se que era utilizada em cerimônias e ritos religiosos. Nesse período o homem usava de bastões e o próprio corpo para a emissão dos sons, que imitavam sons naturais. Posteriormente, com o surgimento dos Homo sapiens, inicia-se um maior desenvolvimento da percepção de altura e tonalidade, acompanhadas do desenvolvimento da fala e canto, seguindo-se a criação dos primeiros instrumentos musicais.

As principais civilizações mesopotâmicas, como os sumérios, mantinham a música presente principalmente em sua liturgia, influenciando os babilônios, caldeus, judeus que se instalariam naquela mesma região posteriormente.

Ainda com cunho religioso, a música progrediu significativamente no Egito, onde se treinavam coros para rituais em grandes templos, visando à expansão da agricultura a partir do culto aos deuses. Só na Antiguidade Clássica surge a teoria musical. A maior parte da produção desse período foi na cultura grega, que muito influenciou na produção romana.

A produção medieval

Na Idade Média a Igreja deteve o controle sobre todas as artes, que tinham por objetivo o  dogmatismo religioso. Na música não seria diferente. Entre os gêneros da música vocal monofônica, que possuía somente uma melodia, destacaram-se os cantos gregorianos (assim nomeados em homenagem ao papa Gregório I), produções vocais que não eram acompanhadas de instrumentos. Esses cantos eram utilizados em ritos litúrgicos do Catolicismo Romano. Nesse período o conhecimento é vedado, por isso é também conhecido como Idade das Trevas.

Períodos posteriores

Com a queda da Igreja, os artistas renascentistas buscam retomar os conhecimentos dos povos da antiguidade clássica, estagnados no período medieval. Há uma grande valorização dos ritmos polifônicos e variações melódicas. No Barroco a música adquire um teor mais dramático onde surgem as primeiras óperas. No Classicismo surgem as primeiras orquestras, sinfonias e concertos, fazendo com que as composições instrumentais tornem-se mais importantes que as vocais. Podemos destacar Haydn e Mozart, que contribuíram ricamente para a composição dessa época. No Romantismo, destacando Beethoven, os autores valorizam as emoções e a liberdade estrutural das composições.

A partir do século XX a produção musical toma diversos rumos. Com a criação de meios de mídia, não se limitava mais a clubes e concertos, ganhando maior popularidade e propiciando o desenvolvimento de muitos gêneros diferentes. A música nacional ganha espaço, valorizando regionalismo e o folclore. O jazz se popularizou internacionalmente na década de 20, influenciando no surgimento rock, o disco e o soul que surgiram mais tarde, até os ritmos que conhecemos hoje.

Confira abaixo a evolução musical desde o século XI até os dias atuais, apresentada pelo grupo Pentatonix.

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