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Como usar nossos sonhos na vida real?

Você já se fez a pergunta de como usar nossos sonhos na vida real? Aqui você poderá a tão procurada resposta.

SonhosVocê já se fez a pergunta de como usar nossos sonhos na vida real? Aqui você poderá a tão procurada resposta.

Fechar os olhos, relaxar, dormir, sonhar. Um ritual comum, diário, que chega a ser banal as vezes. E que, no entanto, como começam a revelar as mais recentes pesquisas da neurociência, é vital para nossa sobrevivência e tem impacto profundo na qualidade de vida. De acordo com os estudos, para viver melhor, é preciso sonhar. Os sonhos exercem funções biológicas fundamentais na evolução da nossa espécie: eles aprimoram a memória, ajudam no aprendizado, nos auxiliam a resolver nossa vida emocional e servem como treino para nos preparar para os desafios do dia a dia.
Na história da humanidade, é a primeira vez que os sonhos alcançam uma dimensão dessa magnitude. Desde as primeiras civilizações, buscamos entender o significado das imagens e das emoções experimentadas durante o sono, às vezes prazerosas, às vezes apavorantes. Explicações variadas já surgiram, inclusive. Grande Parte delas relaciona-se a interpretações místicas, colocando o sonho como uma forma de nos relacionarmos com o divino. Também já são conhecidos episódios famosos que o colocam como fonte de inspiração para a criação.

A escritora britânica Mary Shelley idealizou o personagem Frankenstein depois de sonhar com ele. O químico russo Dmitri Mendeleiev organizou os elementos químicos na tabela periódica depois de vê-la em um sonho. Paul McCartney sonhou com a música “Yesterday” e a compôs assim que acordou. E o pintor surrealista espanhol Salvador Dali desenvolveu uma técnica em que usava seus sonhos para fazer seus quadros. Não por acaso, o tema estimula mentes criativas e aparece com frequência em todos os tipos de arte, como no recente sucesso cinematográfico “A Origem”.
Porém, o entendimento mais profundo dos sonhos só começou a ganhar fôlego a partir de Sigmund Freud. Seu livro “ A Interpretação dos Sonhos”, lançado há 110 anos, representou um marco e lançou as bases da psicanálise. Pelo entendimento do medico austríaco, os sonhos eram um modo de manifestação dos desejos reprimidos.
Mas, a pergunta que todos se fazem é “Como usar nossos sonhos na vida real?”
Para resolver esse enigma, os cientistas precisaram entender o modo como o cérebro define, em meio ao turbilhão de novos conteúdos ao qual é exposto diariamente, o que será guardado. Uma nova informação só se torna uma memória de longa duração se passar pelo crivo de nossa mente, que precisa considerar aquilo significativo e, portanto, digno de ser lembrado. O que não é importante é esquecido no vazio da nossa mente.

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