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O que são as células-tronco

Ética

As células-tronco são também conhecidas como células-mãe e são células que podem se dividir e assim criar células semelhantes, multiplicando-se.

De onde as células troncos são retiradas?

Existem duas formas de se retirar uma célula-tronco, que são as adultas e as embrionárias:

– Adultas – Podem ser retiradas de vários tecidos do nosso corpo , como a placenta, cordão umbilical, fígado, sangue, medula óssea, entre muitos outros.

-Embrionárias – Encontradas no embrião humano têm duas classificações, pluripotentes e totipotentes. Mas utilizar embriões para realizar pesquisas sobre as células-tronco em alguns países é um ato proibido, no Brasil a pouco tempo foi liberado para a realização dessas pesquisas desde que os embriões sejam inviáveis ou estejam congelados há mais de três anos, alem de precisar do consentimento dos pais para poder realizar tais pesquisas.

As células-tronco embrionárias podem fazer um processo chamado diferenciação celular, pois tem uma capacidade maior do que as adultas de se transformar, podendo se transformar em tecidos como músculos, nervos e ossos, sendo importantes para o combate de várias doenças.

Pesquisas com células-tronco e sua questão ética

O objetivo das pesquisas é usar as células-tronco para regenerar tecidos danificados, dando chance até de por exemplo uma pessoa que fraturou uma parte da coluna e ficou paraplégica voltar a andar, inserindo a célula-tronco no local da fratura recuperando o tecido danificado.

A idéia é muito boa, não é verdade? Mas existe um problema ético que pode desencaminhar essas pesquisas nessa pergunta:

Será que é aceitável, moralmente e éticamente, a destruição de um embrião humano para realizar esses testes?

Para os cientistas favoráveis não se trata de ética, mas sim sobre um material biologico gerados pelos pais e sobre a decisão deles.

Para os mais conservadores, a destruição de um embrião é a destruição de uma vida.

E para você? Comente.

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Comentários

Natalino Ferreira comentou:

É um assunto muitíssimo individual, porém, acho que assim como a vida, a morte em alguns casos também tem que ser respeitada.

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Natalia Talarico comentou:

A respeito do meu comentário diria que “Sim”!
Why? Porquê… nós precisamos continuar com a existência do todo, o “Eu todo”, o ser em si, continuar reconstituindo e desconstituindo outros de que pequena proporções, para que a grande proporção que raciocina e sente possa Viver.

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