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Para acabar com seu vício em internet chinês corta a própria mão

Loucura?

Quando se trata de vício em internet os chineses vão além do que você imagina, não é atoa que o país foi o primeiro a reconhecer isso como doença.

Cerca de 7,1% da população da Ásia é viciada em internet.

Cerca de 7,1% da população da Ásia é viciada em internet.

Como se não bastasse ser o país com a maior população da Terra com 1,3 bilhão de habitantes, a China também é dona do posto de país com o maior número de usuários da internet. Segundo uma estimativa, aproximadamente 620 milhões de pessoas, ou seja, existem mais pessoas usando a internet na China do que pessoas morando nos EUA.

Recentemente o caso de um jovem morador de Nantong, na província de Jiangsu acabou chamou a atenção. O rapaz de 19 anos chamado de Wang (seu sobrenome), cortou a própria mão esquerda na tentativa de se livrar do vício em internet.

Por mais louca que possa parecer a história realmente aconteceu, segundo relatos ele saiu de casa com uma faca de cozinha e ao sentar-se no banco de uma praça ele cortou a própria mão. Pouco tempo depois ele foi socorrido, ficou um tempo na UTI e em seguida teve seu membro reimplantado – porém os médicos não acreditam que ele consiga recuperar totalmente os movimentos.

A China foi o primeiro país a classificar o vício em internet como uma doença.

A China foi o primeiro país a classificar o vício em internet como uma doença.

De acordo com a mãe do adolescente, ele teria escrito uma carta dizendo os motivos pelos quais fez isso. A família diz “não aceitar o que aconteceu” e disse que o incidente foi “completamente inesperado”.

De acordo com uma pesquisa cerca de 7,1% da população da Ásia sofrem com o mesmo problema. Para tentar combater isso, a China criou diversas leis que exigem que produtoras de games desenvolvam métodos que diminuam o tempo que os jogadores ficam em frente ao computador.

Outro fator interessante é que existem cerca de 250 clínicas de reabilitação na China, especializadas para atender viciados em internet. Segundo uma pesquisa feita pelo British Medical Journal é possível que as crianças nascidas em hoje em dia ao terem 7 anos já terão passado um ano inteiro na frente a telas de smartphones, tablets e TVs.

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