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Quais os riscos de uma anestesia

O medo de morrer na mesa de cirurgia povoa a mente da maioria dos pacientes. Mas poucos sabem que, sendo monitorado por um bom profissional, os riscos de complicações são muito menores do que se imagina.

O que é preciso saber sobre a anestesia

O medo de morrer na mesa de cirurgia apavora a mente da maioria dos pacientes. Mas muitos acabando se esquecendo que, sendo monitorado por um bom profissional, os riscos de complicações são muito menores do que se imagina.

Por exemplo: quando uma pessoa decide se submeter a uma cirurgia plástica ela procura obter o maior número de informações sobre o médico que vai comandar o procedimento. Vai atrás de referências na esmagadora das vezes, acaba sem sequer saber o nome do anestesista que irá assisti-lo. Grande erro. A anestesia é essencial em qualquer intervenção, por menor que seja. Afinal, é ela quem nos livra das dores lancinantes que uma incisão provoca.

Graças aos avanços desta áreas, toda a medicina pôde se desenvolver, pois a ausência de dor tornou viável procedimentos antes impensáveis. Por isso, o cuidado com a escolha do profissional que vai aplicar a anestesia deveria ser o mesmo que tem ao eleger um cirurgião plástico, pois, além de aplicar o anestésico, será este profissional responsável por toda a monitoração das funções fisiológicas como respiração e batimentos cardíacos enquanto o paciente estiver anestesiado.

Naturalmente o próprio cirurgião sugere um anestesista de sua confiança. Mas isso não exclui o fato de que todo paciente deve ter uma franca conversa com o anestesista. É a chamada consulta pré-anestesista que, a depender da Sociedade Brasileira de Anestesiologistas (SBA), seria obrigatória por lei. “ Na França é obrigatória desde 1984. O Ministério da Saúde paga essas consultas no Brasil inteiro e alguns convênios cobrem, mas poucas pessoas usam esse beneficio”, afirma o presidente da SBA, Renato Almeida Couto de Castro. E, mesmo que você tenha que pagar pela consulta, o investimento vale a pena. É neste encontro que são feitas perguntas de muita importância sobre seus hábitos e antecedente que podem influenciar diretamente nos medicamentos que serão utilizados durante a cirurgia.
“Muitos pacientes, antes de uma cirurgia, fazem regime associado com remédios. Vários destes influenciam e precisam ser suspensos por um período determinado antes do procedimento”, exemplifica Castro. O médico pergunta inclusive, se maneira confidencial, sobre o uso de drogas ilícitas, cuja combinação pode ser extremamente perigosa numa anestesia. A seguir, passa-se para o exame físico. O passo final é um dos mais importantes. É uma conversa didática que tem como objetivo esclarecer todas as duvidas do paciente, explicar os riscos e apresentar as anestesias recomendadas para ele. Sempre que houver opções, a decisão é tomada em conjunto.

O medo da anestesia geral

Apesar do cliente ter o direito de escolher qual anestesia prefere, é claro que deve prevalecer a orientação do profissional especializado. Muitas vezes, a decisão do paciente está baseada em ideias preconcebidas que não são verdadeiras. Um exemplo é o medo de que a anestesia geral costuma provocar. “Muitos pacientes acreditam que ficar acordado durante o procedimento é melhor, o que não é correto”, afirma Luiz Fernando Saubermann, corresponsável pelo centro de ensino e treinamento da SBA. Saubermann exemplifica dizendo que a anestesia geral é extremamente recomendada para cirurgfias longas nas quais o paciente tenha que ficar em uma posição desconfortável.

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