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Tumores da laringe

Entre as diferentes afecções que podem atacar a laringe figuram os tumores, que, como em outros órgãos, dividem-se em benignos e malignos.

Tumores da laringe

Entre as diferentes afecções que podem atacar a laringe figuram os tumores, que, como em outros órgãos, dividem-se em benignos e malignos.

laringeOs tumores benignos podem ser de natureza neoformativa (papilomas e fibromas) ou devidos a problemas alérgicos e metabólicos ou a traumatismos nas cordas vocais (nódulos dos cantores).

Os papilomas costumam aparecer na segunda infância e acredita-se que são originados por um vírus. Os pópilos aparecem geralmente entre os 20 e 50 anos, especialmente entre os homens, e em sua formação tem uma notável influência o abuso vocal, do álcool e do fumo, a inalação repetida de pós ou vapores irritantes e as laringites crônicas. Os chamados nódulos dos cantores são devidos ao uso inadequado da voz. O tratamento de todos estes tumores é cirúrgico.

Os tumores malignos, ou carcinomas, podem desenvolver-se sobre as cordas vocais, e, neste caso, denominam-se tumores intrínsecos, ou sobre qualquer porção da laringe, chamando-se então tumores extrínsecos.

Os sintomas diferem segundo a localização do tumor. Os tumores intrínsecos ocasionam, de forma bastante rápida, manifestações características. Entre elas destaca-se a rouquidão, já que o tumor impede que as cordas vocais se aproximem corretamente ao falar.

Os tumores extrínsecos não produzem sintoma precoce, á que a voz inicialmente não fica afetada. A primeira manifestação começa ser a dor, que aparece quando o tumor cresce e seu centro fica ulcerado. Posteriormente, surge dificuldades para engolir a respirar.

Se o tumor se localizar na parte superior da laringe, entorpece os movimentos da base da língua e dá lugar à voz opaca ou fanhosa. É freqüente a metástase ou reprodução do tumor num órgão não contíguo, que diminui as possibilidades de cura.

A laringoscopia oferece uma visão direta do tumor. Ao mesmo tempo em que se realiza este exame, pode-se tomar uma amostra do tecido canceroso para proceder a sua análise e conhecer com exatidão suas características. O tratamento é cirúrgico e radiológico.

A sobrevida depende da localização e do poder invasor do tumor. Os menos perigosos são os que afetam somente a uma corda vocal; os mais graves são os que invadem várias cordas, assim como todos os extrínsecos. Nestes últimos dois casos, é pouco freqüente a sobrevida além de cinco anos.

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